26 de julho de 2016

Prodigy, de Marie Lu

Título: Prodigy
Autor (a): Marie Lu
Editora: Rocco
N° de páginas: 303
Classificação:


✏ Sinopse: Considerada pelo público e pela crítica internacional uma das melhores sagas de distopia já publicadas, a trilogia Legend, da chinesa radicada nos EUA Marie Lu, conquistou leitores de diversas partes do mundo ao acompanhar o romance improvável entre dois jovens de origens distintas numa realidade opressora. Depois de descobrir, no primeiro livro da série, as medidas extremas que o governo da República é capaz de adotar para proteger alguns segredos, no segundo volume da saga, Prodigy, June e Day assumem a tarefa de assassinar o novo líder político da nação. Mas será que este é o melhor caminho de levar a cabo uma revolução e dar voz ao povo da República?

"Nunca pensei em descrever sua beleza como delicada, porque delicada não é uma palavra que descreva June."
Após conseguirem escapar das garras da República e se tornarem os fugitivos mais procurados, June e Day seguem para Vegas, com o intuito de se encontrarem com os Patriotas. Com isso, June acaba largando tudo: sua casa, seu posto na República, seus pensamentos e tudo que ela viveu naquele território se torna falso e sua atitudes se voltam contra tudo que um dia pensou ser o correto. Larga tudo para salvar Day, alguns imprevistos acontecerem durante o final do primeiro livro, mas eles continuaram seguindo rumo aos braços dos que antigamente seriam o inimigo.

Em Prodigy, passamos a conhecer a situação atual do mundo inteiro, o porque de alguns países e continentes terem mudado tanto e eu achei isso muito interessante. O povo que vive na República sabe somente (e isso contando com o fato de que muita coisa não é revelada) da situação do lugar onde vivem e nem chegam a pensar que existe um mundo inteiro fora dele. 

June e Day recebem uma missão em troca de alguns "favores". No começo parece algo tentador e certo de se fazer: assassinar o Primeiro Eleitor. Destruir aquele que acabou destruindo muito a vida de todos. Mas será o correto? Será que o atual Eleitor é como o antigo? Com o passar dos dias, June começa a pensar sobre o assunto. Isso acaba criando um grande conflito interno. Ser ou não leal à República? Eis a questão que tanto assola sua mente.

"Pois é, alguma coisa está errada, sim. Esse é o eufemismo do ano.

Fiquei super tensa e ansiosa em várias partes do livro. Prodigy conseguiu prender completamente a minha atenção, e assim como o primeiro livro, foi uma leitura rápida. A história (quase toda) gira em torno do plano, mas no decorrer da mesma, vamos vendo como tudo foi arquitetado, o porque de terem pensado nisso, essas coisas. Eu não consegui imaginar, o que quase sempre acontece 🙈 Fico tão absorta com a história que não arquiteto nada na minha cabeça e acabo descobrindo junto com os personagens (o que pode ser bom, dada à surpresa que tive em algumas partes). 

Nesse livro, além de Day, June e alguns personagens que aparecem no primeiro livro, temos a presença de outros, como o líder dos Patriotas, alguns membros e o novo Eleitor.
Sobre o final: não sei o que dizer, só sentir. Fiquei com tanta vontade de abraçar Day e June, de dizer que tudo vai ficar bem! Ah, gente, leiam! Está muito recomendado!

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2 comentários:

  1. Oi Karen,
    como faz para ler o livro... tipo já?

    Haha, graças a sua resenha, vou ter que adiantar minha fila de leitura e começar a ler essa série o quanto antes - e olha que eu nem sou fã de distopias.
    Adorei sua resenha <3<3<3


    Beijocas,
    Rebeca Grauer, O Cafofo Literário

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    Respostas
    1. Ei, Rebeca! Fico muito feliz que tenha gostado da resenha! Essa trilogia foi uma grande surpresa para mim e deu uma vontade ENORME de sair indicando para todo mundo haha... espero que goste da leitura! <3
      Beijos :)

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