14 de junho de 2016

Um Estudo em Vermelho, de Sir Arthur Conan Doyle

Título: Um Estudo em Vermelho
Autor (a): Sir Arthur Conan Doyle
Editora: HarperCollins
N° de páginas: 133
Classificação:  
        

Sinopse: 'Um estudo em vermelho' é a primeira história de Sherlock Holmes e o primeiro livro publicado por Sir Arthur Conan Doyle (1859-1930). Muito menos do que um livro de estreia, esta história nasceu clássica, com seu ritmo vertiginoso de suspense e mistério que consagraria seu protagonista Sherlock Holmes como o mais apaixonante e popular detetive da história da literatura. 'Um estudo em vermelho' propõe um enigma terrível e invencível para a polícia, que pede auxílio a Holmes - um homem é encontrado morto, sem ferimentos e cercado de manchas de sangue. Em seu rosto uma expressão de pavor. Um caso para Sherlock Holmes e suas fascinantes deduções narrado por seu amigo Dr. Watson, interlocutor sempre atento e não raro maravilhado com a inteligência e talento do detetive.

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A primeira vez que li algo sobre Sherlock Holmes foi quando estava na sétima série/8° ano do Ensino Fundamental. Na época, "O Cão de Baskerville" me pareceu muito interessante e um pouco perturbador. Então esse ano decidi conhecer um pouco mais sobre esse detetive tão falado no mundo todo e comprei o box (lindo 😍) com a obra completa de Sir. Arthur Conan Doyle. Antes de ler, conheci uma coisinha muito linda chamada Netflix (❤) e comecei a acompanhar a série Sherlock e foi aí que o meu interesse por essa mente brilhante aumentou rapidamente.

Em "Um Estudo em Vermelho", conhecemos um pouco sobre a história de John Watson, ex médico do exército que procura em Londres um local para se hospedar. Tudo muda a partir do momento em que um amigo lhe diz conhecer uma outra pessoa que também estava procurando um colega de quarto, para dividir suas dispesas. E é aí que conhecemos, junto com Dr. Watson, Sherlock Holmes.

Já impressionando no início do livro, o detetive deixa Watson intrigado quando lhe faz uma descrição de fatos pessoais, que até então só pertenciam à sua mente. Como ele poderia dizer algo assim, com tanta certeza, só observando? É, pessoal, estamos falando de Sherlock Holmes e suas deduções são precisas e muito impressionantes.

Holmes também é uma pessoa de hábitos, o que podemos perceber pelo seu apego ao cachimbo e ao som de seu precioso violino, que é proferido enquanto sua mente está trabalhando muito mais do que podemos imaginar.

O primeiro caso com que deparamos no livro é o de um suposto assassinato, misterioso, no qual o assassino deixara uma vítima e um escrito na parede: "RACHE", mas o morto não possuía nenhum ferimento. Durante a leitura, vamos acompanhando os detetives Lestrade e Gregson, juntamente com Sherlock, juntarem as peças (algumas supostamente erradas, não é, Lestrade?) e a história foi tomando um rumo que eu, com minha imaginação, não pude prever.

A escrita do autor é muito agradável e nem um pouco cansativa, na minha opinião. Posso dizer que estou me perguntando o porque de ter demorado tanto para ler, mas não reclamo, porque nunca é tarde para uma boa leitura 😉

Obra recomendada!

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